A ação, de 359 páginas, foi ajuizada na 12ª Vara Federal e reúne as informações levantadas durante seis meses de investigação, apresentando mais de 200 pedidos visando à reparação integral dos danos causados pelo rompimento da barragem.
Ao longo do percurso foi possível identificar lançamentos de esgoto direto no córrego, deposição irregular de resíduos sólidos, construções em áreas de preservação permanente, entre outros problemas.
A reunião teve como pauta projetos e obras referentes ao córrego, assim como os resultados e levantamentos preliminares do trabalho de campo realizado no início do mês.
A proposta é dar continuidade aos debates iniciados no Seminário Águas de Minas III, fortalecendo os Comitês de Bacia e as parcerias com o Fórum Mineiro de Comitês.
O objetivo do encontro foi articular a integração, gestão e o fortalecimento dos Comitês nos âmbitos estadual e federal.
Projeto recebeu 37 votos a favor; segundo especialistas, não resolve problemas da chuva, mas se realmente posto em prática, será um grande passo para a melhoria ambiental da cidade.
O tema esse ano versa sobre o saneamento básico, um dos temas mais debatidos e preocupantes da atualidade. Para ambientalistas do Projeto, todas as ações em prol do meio ambiente devem ser apoiadas.
Ambientalistas são contrários à transposição e sempre alertaram as autoridades sobre a obra que custará muito caro à sobrevivência deste importante rio nacional.
Barragem pertence a empresa de extração de areia, que fica em Jacareí(SP) e deixou mais de 500 mil pessoas sem água. Água com rejeito vazou para o Rio Paraíba do Sul.
Queremos uma cidade que tenha sustentabilidade social e ambiental, que seja inclusiva implantando projetos educativos e sociais que visem melhorar a qualidade de vida das pessoas. Leia matéria completa.