A relação predatória produz euforias consumistas inconsequentes
A infraestrutura existente relacionada aos rios urbanos deve ser tratada como paisagem, indo contra a atual arquitetura funcionalista para algo mais poético e que requalifique o potencial do espaço natural na cidade.
A revista 74 do Manuelzão já pode ser encontrada na Faculdade de Medicina da UFMG, Drogarias Araújo,na sede do projeto e no site do Manuelzão. Essa edição traz como tema central a “Cultura da escassez” e destaca o Festivelhas.
Com o intuito de informar e alertar a população de Belo Horizonte e Região Metropolitana sobre a situação preocupante do Rio das Velhas, a diretoria do Comitê da Bacia Hidrográfica do rio das Velhas convocou a imprensa da capital para esclarecimentos.
As demandas devem ser apresentadas até o dia 24 de julho, no Comitê da Bacia Hidrográfica do rio das Velhas.
Integrantes do Manuelzão, Núcleos, Amigos do rio, artistas e presentes ao Festivelhas foram entrevistados e contaram um pouco sobre o trabalho em prol do rio das Velhas e a riqueza do festival. Veja matéria.
Amarga agonia é fruto da superexploração em toda a bacia, que tem 86% de sua área em território mineiro
Diálogo e construção coletiva são chaves na formação autônoma. Muito comentado no encontro de Subcomitês, o artigo revela que temos que ir além em nossas capacidades, questionar e transgredir paradigmas. Leia artigo na pág 8, da Revista Manuelzão.
Há diferentes culturas da água e diferentes formas de reflexão a respeito desse recurso. Estas culturas são povoadas por discursos. Ela não é uma, mas multifacetada e variada quanto a própria humanidade. Leia matéria completa na Revista Manuelzão.
Famílias inteiras se reuniram no Parque Ecológico de Itabirito desde as primeiras horas da manhã, do dia 4 de julho, para celebrar e manifestar pelo rio das Velhas. O 5º Festivelhas foi um sucesso e conseguiu trazer um pouco mais da história deste importante curso d’água para Belo Horizonte.