O Isidora um dos grupos mais atuantes do Projeto Manuelzão se reuniu na Secretaria de Saúde da Prefeitura de Belo Horizonte e discutiu fundamental importância da coleta de esgoto para a região.
Artistas e ambientalistas de expressão no cenário de Minas buscarão difundir valores baseados no respeito pela Natureza.
A atividade de conhecimento e conscientização seguiu até o 3° mirante do parque e contou com a participação efetiva dos alunos do 7º ano, da Escola Estadual Padre João Botelho.
O rio que já agoniza e, como os rios brasileiros, enfrenta historicamente a poluição por esgoto, assoreamento e desmatamento enfrenta agora essa onda de lama liberada pelo rompimento de barragens da Samarco, em Mariana.
O motivo da mobilização dos rio-acimenses é manifestar seu repúdio à anulação do tombamento, pretendido pela Prefeitura para permitir que a VALE adquira do município o referido imóvel para ali construir a barragem de rejeitos.
O promotor Carlos Eduardo Ferreira Pinto considera que a empresa Samarco, responsável pelo desastre, tenha sido ‘negligente’. “Não há fatalidade nisso. Não podemos admitir que seja acidente um rompimento de um empreendimento de tamanha magnitude. Por isso, considero que seja uma negligência”.
O promotor Carlos Eduardo Ferreira Pinto considera que a empresa Samarco, responsável pelo desastre, tenha sido ‘negligente’. “Não há fatalidade nisso. Não podemos admitir que seja acidente um rompimento de um empreendimento de tamanha magnitude.
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Relatório mais recente da Feam já indicava que 8% das 754 barragens de contenção de rejeitos em Minas Gerais não são seguras e têm alto risco de dano ambiental.
Durante sete horas, ambientalistas e movimentos sociais estiveram reunidos na Assembleia Legislativa de Minas Gerais para discutir a retirada do regime de urgência da tramitação do projeto que flexibiliza o licenciamento ambiental.