Professora e ambientalista foi uma das mobilizadoras mais ativas do Manuelzão em Curvelo (MG).
Agência Nacional de Mineração adverte sobre detecção de novas anomalias em estruturas já em nível máximo de risco, localizadas em Ouro Preto, Barão de Cocais e no distrito de Macacos
Cientistas apontam cinco crises que podem gerar trágico efeito cascata planetário; Falhas no enfrentamento ao aquecimento global, eventos climáticos extremos, perda de biodiversidade, crise de acesso à comida e à água.
Assinado por mais de 20 organizações, documento apresenta propostas para que os rios da cidade gerem bem-estar e não tragédias; entre elas está a elaboração de um plano de descanalização dos cursos d’água da cidade, para que, até 2040, os rios de Belo Horizonte corram em leito natural ou semi-natural.
Enquanto a pasta do governo federal que cuida da preservação ambiental teve, em 2019,, orçamento de apenas R$ 2,7 bilhões, as isenções de impostos nacionais e estaduais para o setor de agronegócio alcança quase R$ 10 bilhões.
Após os resultados catastróficos das chuvas nas últimas semanas em Belo Horizonte, a cidade dá primeiro passo na criação de soluções que respeitem a lógica de suas bacias hidrográficas
Investigações sobre a atuação da empresa em Conceição do Mato Dentro (MG) foram feitas pelo então Ministério do Trabalho e Emprego, em força-tarefa com a Polícia Federal, Ministério Público Federal e o Ministério Público do Trabalho
Impactos continuados dos rompimentos de barragens marcam a vida das pessoas atingidas: problemas psicológicos, sofrimento com estresse pós-traumático, luto “suspenso” dos familiares de vítimas desaparecidas e contaminação por metais pesados.
Jeanine Oliveira, do Projeto Manuelzão, fala sobre a atual situação de Belo Horizonte, a canalização dos rios urbanos e os alagamentos pela cidade